terça-feira, maio 29, 2007

grandes espaços entre as cenas.dentro das imagens permitia o mais importante.um naufrágio.jamais limitaram o olhar.

O rapaz subiu a um banco de jardim todo coberto de folhas caídas e disse para quem o quisesse ouvir:
«Esta tarde não quero ter nome!»

E embora o tivesse dito com voz firme e sonora ninguém pareceu tê-lo ouvido.




















Imagens: Alyson Fox/
Texto: M. Castro Henriques

3 comentários:

art&tal disse...

é claro que sim

o muito pouco tem sempre muito.

...o sol nos cantos da boca.

merdinhas disse...

"o muito pouco tem sempre muito"...

linhas tortas disse...

fixamente, o horizonte.