quarta-feira, setembro 20, 2006

James Rosenquist, I Love You with My Ford, 1961

4 comentários:

Bruno Diel disse...

seja bem-vindo! o espírito é justamente esse.

intrigante o seu blog... como é a arte contemprânea. abs.

merdinhas disse...

Mais combinações fragmentárias. Mais Pop.

Frioleiras disse...

Pop será sp pop !
diferente, reconhecível, tangível, plástico, descartável, frágil ...

(non) sense... disse...

uauuuuu lindo! adorei! vou procurar no google ;)